sábado, 27 de maio de 2017

Angola - Colonialismo & Literatura - 'AS SEMENTES DA LIBERDADE', de Santos Lima - Brasil 1965 - Muito raro





Angola - colonialismo & Literatura - A luta de libertação dos angolanos descrita por um dos primeiros elementos da guerrilha do MPLA


'AS SEMENTES DA LIBERDADE'
De Santos Lima
Editora Civilização Brasileira
Brasil 1965


Livro com 120 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito Raro.


Da dedicatória:
"A gente de Catu povoou os meus sonhos e pesadelos de criança, encheu a minha boca de riso, entre ela se inundaram os meus olhos.

Este livro é a recordação dum mundo que não poderia esquecer sem trair o menino negro que a minha mãe embalou."



Da badana:
"A LUTA DO POVO ANGOLANO

Santos Lima, um homem de trinta anos, pertence à nova geração da literatura angolana. Filho de modesto funcionário público, a sua infância decorreu no interior, lá onde as diferenças entre negros e brancos são mais acentuadas e o clima social mais agreste.

'AS SEMENTES DA LIBERDADE' - romance que aborda a problemática colonial - foi extraído da realidade quotidiana nas regiões mais adentradas do seu país. Passa-se em Catu, nome imaginário que deu a Teixeira Soares, pequena vila na fronteira com o Katanga, no extremo dos Caminhos de Ferro de Benguela. Aí transcreveu a sua meninice e aí conheceu alguns dos seus personagens. Estes, no entanto, intervêm no romance com características que os tornam irreconhecíveis aos seus próprios olhos. A ficção, assim, funciona no romance apenas como elemento coordenador dos factos ou da sua concentração no cenário.

Santos Lima, depois de feitos os seus estudos em Portugal, retornou a Angola em 1937, e falando com a gente da sua terra, auscultou-lhe as dores, mediu-lhe a raiva e pressentiu no seu povo a explosão nacionalista de 1961. É um escritor participante. Representou Angola no 'I Congresso Internacional de Escritores e Artistas Negros', reunido em Paris em 1957 e em 1962 compareceu ao 'Congresso de Escritores Afro-Asiáticos', realizado no Cairo. Até 1957 só escrevera poesias, mas já nessa altura havia recolhido muito material que iria aproveitar no seu romance, que é uma visão dos problemas que afligem o povo angolano.

Em 'AS SEMENTES DA LIBERDADE' o autor preocupou-se com pessoas e factos. Eis porque procurou fugir o mais possível ao regionalismo de tipo folclórico, no qual certa corrente de autores indígenas tem pretendido buscar ou provar a sua angolanidade, e ao exotismo, ingrediente característico e excitante da chamada literatura 'colonial'. E isso por que se a diversidade dos cantos e danças angolanas o encantam, a unanimidade das lágrimas do seu povo não o podia deixar passivo e acomodado a uma situação de 'assimilado' privilegiado. Esta concepção de vida, forçou-o a desertar em 1961 do Exército Português, onde tinha o posto de Alferes, ligando-se à insurreição angolana.

Com 'AS SEMENTES DA LIBERDADE', Santos Lima quis denunciar a opressão colonial portuguesa e focalizar a formação de uma classe mista de negros e brancos deserdados e postos conjuntamente à margem, pela sua situação económica deficitária. Visou ferir, ainda, alguns problemas que dividem, opõem ou - às vezes - aproximam negros e brancos, como seres humanos e, igualmente, apontar aspectos do problema do mestiço, na sua dupla qualidade de produto e instrumento coloniais.

'Escrevi 'AS SEMENTES DA LIBERDADE' - afirmou Santos Lima - porque amo o meu Povo e a sua Causa é a minha, porque amo a Liberdade e ao serviço de ambos coloco a minha pena. A mensagem é de união, de combate e de esperança e de fraternidade com todos os povos oprimidos.'

No decorrer do romance, Santos Lima cita várias vezes o Brasil, mas não o faz por acaso, antes pelas inúmeras afinidades reais, que temos com Angola, com também pela profunda simpatia e admiração que nutre pelo povo brasileiro - 'um pedaço do meu' - diz o escritor - 'que Jorge Amado me revelou, desde o tempo em que os seus livros, em Portugal, só podiam ser lidos clandestinamente.'

O romance de Santos Lima não é feito somente de denúncias e violências. Irradia também forte e comunicativo lirismo e se fundamenta em profundo amor aos valores humanos - os valores humanos que as ditaduras e o imperialismo desprezam, aviltam e sufocam se não encontram oposição. Este romance - cheio das vivências do autor - dói e fere as sensibilidades, põe em relevo os sofrimentos e a revolta de uma população que anseia pela liberdade e pela justiça'

MÁrio da Silva Brito - Director Editorial"



Da contra-capa:
"UMA VISÃO DRAMÁTICA DE COMO O POVO ANGOLANO LUTA POR SUA LIBERTAÇÃO.
Com 'AS SEMENTES DA LIBERDADE' primeiro romance angolano que se publica no Brasil, Santos Lima denuncia a opressão colonial portuguesa e expõe, em termos de ficção, a um tempo violenta e lírica, a situação de preto, brancos e mestiços marginalizados pelo imperialismo salazarista."



MANUEL GUEDES DOS SANTOS LIMA:
"Nasceu a 28 de janeiro de 1935, em Cassamba, Silva Porto (atual Cuíto), na província do Bié, em Angola. Publicou até ao momento um livro de poemas ('KISSAMNGE', 1961), uma peça de teatro ('A PELE DO DIABO', 1977) e três romances ('AS SEMENTES DA LIBERDADE', 1965; 'AS LÁGRIMAS E O VENTO', 1975; 'OS ANÕES E OS MENDIGOS', 1984). Este volume assinala a passagem do 80º aniversário de um escritor importante da literatura angolana, mas que não tem sido valorizado como entendemos que merece: em parte pela sua vivência tricontinental, em parte pela sua divergência política, a partir de certa altura, com Agostinho Neto e o MPLA, em parte ainda pela contundência da sua crítica à geração da distopia contida no romance 'OS ANÕES E OS MENDIGOS'. "
Fonte:
https://sigarra.up.pt/flup/pt//pub_geral.pub_view?pi_pub_base_id=172879&pi_pub_r1_id=


Preço: 35,00€;

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Angola & Ultramar - 'GEOMORFOLOGIA, SOLOS E RURALISMO DA REGIÃO CENTRAL ANGOLANA', de A. Castanheira Diniz e F. Q. de Barros Aguiar - Nova Lisboa 1966 - MUITO RARO




Angola & Ultramar - Um importante estudo da morfologia da região central desta antiga colónia portuguesa


'GEOMORFOLOGIA, SOLOS E RURALISMO DA REGIÃO CENTRAL ANGOLANA'
De A. Castanheira Diniz e F. q. de Barros Aguiar
Edição do Instituto de Investigação Agronómica de Angola
Nova Lisboa 1966


Livro com 76 páginas, ilustrado com fotografias, desenhos e mapas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Do ÍNDICE:
- RESUMO DOS AUTORES
- SYNOPSIS
- RÉSUMÉ DES AUTEURS
- PREFÁCIO

1 - A REGIÃO
1.1 - Situação. Comunicações. Actividades
1.2 - Geologia e litologia
1.3 - Clima

2 - AS DETERMINANTES GEOMORFOLÓGICAS

3 - AS UNIDADES GEOMORFOLÓGICAS E OS SEUS ASPECTOS FISIOGRÁFICOS
3.1 - Formas residuais
3.1.1 - A Montanha Marginal
3.1.2 - Altiplanos residuais
3.2 - Escarpas
3.2.1 - As escarpas dos Altiplanos residuais
3.2.2 - A escarpa do talude Atlântico
3.3 - Pediplanos
3.3.1 - Pediplaníce do Cunene e Cubango
3.3.2 - Pediplanos do Queve Nhia
3.3.3 - Pediplano do Cutato
3.3.4 - Vales do cunhinga e seus afluentes
3.3.5 - Pediplano subaquático

4 - OS SOLOS E A GEOMORFOLOGIA
4.1 - O conceito da idade dos solos
4.2 - Os solos da região
4.3 - A distribuição geográfica dos solos como uma resultante geomorfológica
4.3.1 - Nos altiplanos
4.3.2 - Nas escarpas
4.3.3 - Nos pediplanos
4.3.3.1 - Pediplaníce do Cunene-Cubango
4.3.3.2 - Pediplanos do Queve e Nhia
4.3.3.3 - Pediplano do Cutato
4.3.3.4 - Vales do Cunhinga e seus afluentes
4.3.3.5 - Pediplano subaquático

5 - A PAISAGEM RURAL PERANTE O CONDICIONALISMO GEOMORFOLÓGICO E PEDOLÓGICO
5.1 - Nos altiplanos residuais
5.2 - Nos pediplanos
5.3 - Nas escarpas

AGRADECIMENTOS
BIBLIOGRAFIA

FOTOGRAFIAS - No fim do livro;

FIGURAS



Preço: 100,00€;

África & Fauna - 'QUIÇAMA - Angola', de Benoit Perrotin - Paris 2006 - Raro




África & Fauna - A beleza e riqueza paisagística de um dos melhores parques naturais africanos, com extraordinária fauna e flora


'QUIÇAMA - Angola'
De Benoit Perrotin
Hesse Editions
Paris 2006


Livro com 136 páginas, muito ilustrado e como novo. em excelente estado de conservação. Texto em três línguas: Português, Francês e Inglês.
De difícil localização.
Raro.


'QUIÇAMA'' - Benoît Perrotin (desenhos e aguarelas)
O Parque Nacional Quiçama (Angola), um dos maiores parques na África, cobrindo um milhão de hectares. Este parque tem, no entanto experimentado a fúria dos homens durante duas décadas de guerra. Esforça-se agora, graças a um programa de reabilitação e apoio à sua antiga beleza e algumas espécies extintas. Benoît Perrotin, artista da aguarela, pintou inúmeras pranchas deslumbrantes e desenhos sobre a vida animal e flora: paisagens, cenas do quotidiano, da vida selvagem Africana. Este diário de viagem no Parque Nacional da Quiçama é o culminar de duas visitas, a primeira em Novembro e Dezembro de 2005, a segunda em Março de 2006. Antílopes, porcos do mato, hipopótamos, macacos e uma infinidade de aves de grande beleza, algumas endémicas ou raras, foram imortalizadas por Benoît Perrotin para mostrar a riqueza inestimável deste vasto território. Textos de Pedro Vaz Pinto, director do Parque Nacional da Kissama, e Benoît Perrotin.
196 folhas de desenhos e ilustrações
30 x 24 cm, capas certonadas, texto trilíngue (Francês, Inglês, Português) - 136 páginas

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'QUIÇAMA' - Benoît Perrotin (dessins et aquarelles)
Le Parc national de Quiçama (Angola), l’un des plus vastes parcs du continent africain, couvre un million d’hectares. Ce Parc a cependant connu la furie des hommes pendant deux décennies de guerre. Il s’efforce maintenant, grâce à un programme de réhabilitation et de sauvegarde, de retrouver sa splendeur et certaines espèces disparues. Benoît Perrotin, artiste aquarelliste, en a rapporté de superbes planches d’aquarelles et de dessins croqués sur le vif : paysages, scènes quotidiennes, faune africaine. Ce carnet de voyage dans le Parc National de Quiçama est l’aboutissement de deux séjours, le premier en novembre et décembre 2005, le second en mars 2006. Antilopes, potamochères, hippopotames, singes et une multitude d’oiseaux d’une grande beauté, dont certains endémiques ou rares, ont été immortalisés par Benoît Perrotin afin de montrer la richesse inestimable de cet immense territoire. Textes de Pedro Vaz Pinto, directeur du Parc national de Quiçama, et de Benoît Perrotin.
196 planches de dessins et illustrations
30 x 24 cm, relié cartonné, texte trilingue (français, anglais, portugais) – 136 pages

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'QUIÇAMA' - Benoît Perrotin (drawings and watercolors)
The Quiçama National Park (Angola), one of the largest parks on the African continent, covers one million hectares. This park, however, experienced the fury of men during two decades of war. Now, thanks to a program of rehabilitation and safeguarding, it is trying to regain its splendor and certain extinct species. Benoît Perrotin, a watercolor artist, has brought back superb watercolor boards and drawings drawn on the spot: landscapes, everyday scenes, African fauna. This trip to the Quiçama National Park is the culmination of two stays, the first in November and December 2005, the second in March 2006. Antelopes, potamochères, hippopotamuses, monkeys and a multitude of birds of great beauty , Some endemic or rare, have been immortalized by Benoît Perrotin in order to show the inestimable richness of this immense territory. Texts by Pedro Vaz Pinto, director of the Quiçama National Park, and Benoît Perrotin.
196 drawing boards and illustrations
30 x 24 cm, hardcover, trilingual text (French, English, Portuguese) - 136 pages

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Preço: 0,00€ (Indisponível)

Angola & Cultura - 'ROTEIRO DA LITERATURA ANGOLANA', de Carlos Ervedosa - Luanda 1985 - RARO



Angola & Cultura - A literatura angolana sistematizada por um dos seus melhores conhecedores e estudioso


'ROTEIRO DA LITERATURA ANGOLANA'
De Carlos Ervedosa
Edição da União dos Escritores Angolanos
(Edição impressa em Cuba)
Luanda 1985


Livro com 168 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
MUITO RARO.


Da contra-capa:
"O estudioso da História da Literatura Angolana defrontam-se hoje com duas grandes dificuldades por um lado, o difícil acesso às escassas fontes impressas da riquíssima tradição oral que o nosso povo foi transmitindo de geração em geração ao longo dos séculos; por outro lado, a ausência de estudos globais e de sistematização que permitam referenciar com facilidade as grandes linhas da evolução desta que é indiscutivelmente, no plano criativo, uma das mais fecundas literaturas de toda a África.
Daí que a publicação do presente 'ROTEIRO DA LITERATURA ANGOLANA' se revista da maior importância e actualidade. Nele, Carlos Ervedosa dá-nos 'o percurso histórico da literatura angolana, desde os seus primeiros passos até aos nossos dias, numa linguagem simples e directa', acessível ao leitor que apenas pretenda satisfazer a sua curiosidade com uma informação geral e sintética. O estudioso interessado num trabalho mais profundo de investigação e análise, disporá também de uma base de partida e de um precioso guia de orientação."



Do ÍNDICE:
1. - A LITERATURA TRADICIONAL ANGOLANA. As recolhas de Héli Chatelain, Óscar Ribas e Carlos Estermann;
2. - A LITERATURA IMPRESSA. Primeiros nomes: António Dias de Macedo e José da silva Maia Ferreira;
3. - CRIAÇÃO DA IMPRENSA EM ANGOLA. A geração de 1880;
4. - A GERAÇÃO DE 1900. Paixão franco, Silvério Ferreira e Francisco Castelbranco;
5. - O PRIMEIRO QUARTEL DO SÉCULO XX. António de Assis Júnior;
6. - O DESENVOLVIMENTO DA IMPRENSA. O apogeu da literatura colonial;
7. - Os escritores Castro Soromenho, Lília da Fonseca e Bessa Victor;
8. - Escritores de Benguela;
9. - A CASA DOS ESTUDANTES DO IMPÉRIO;
10. - A DÉCADA DE 50. O Movimento dos Novos Intelectuais de Angola. 'Mensagem' e 'Cultura';
11. - A DÉCADA DE 60. Literatura e guerrilha;
12. - A DÉCADA DE 70. A independência nacional e a União dos Escritores Angolanos;

Notas bibliográficas;



Preço: 50,00€;

Descolonização & Ultramar - 'MOÇAMBIQUE - Marcha para a independência' - Lourenço Marques 1974 - MUITO RARO



Descolonização & FRELIMO - Um importante e histórico documento sobre a transição do regime colonial para a independência


'MOÇAMBIQUE - Marcha para a independência'
Edição Imprensa Nacional
Lourenço Marques 1974


Livro com 48 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Este documento insere os discursos proferidos na tomada de posse do Governo de Transição de Moçambique, efectuada a 20 de Setembro de 1974. E mensagem do Presidente da FRELIMO, Samora Moisés Machel. Trata-se pois, de um documento histórico de grande importância.


Do ÍNDICE:
- DISCURSO DO ALTO COMISSÁRIO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
Almirante Vítor Manuel Trigueiros Crespo
- Estruturas democráticas, estruturas populares;
- Do Homem velho, para o Homem novo;
- Futuro de trabalho;
- Progresso de Moçambique é progresso comum;
- A finalizar;

- MENSAGEM DO PRESIDENTE DA FRELIMO
Samora Moisés Machel
- Tarefa fundamental;
- Solução política;
- Trabalho e sacrifício;
- Economia e finanças;
- Instrução e cultura;
- Saúde;
- Justiça;
- Exército da FRELIMO;
- Emancipação das mulher;
- Contra o racismo;
- Organização politica;
- Vigilância revolucionária;
- Ao alto Comissário;
- O apoio internacional;

- DISCURSO DO PRIMEIRO-MINISTRO
Joaquim Alberto Chissano



Preço: 0,00€; (Indisponível)

Angola & Literatura - 'MILONGA', de Domingos Van-Dúnem - Porto 1985 - MUITO RARO



Angola & Literatura - Obra de um dos mais consagrados escritores angolanos do período colonial e pós independência


'MILONGA'
De Domingos Van-Dúnem
Brasília Editora
Porto 1985


Livro com 100 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Preço: 35,00€;

Portugal & PREC - Disco vinil single 'VITÓRIA, VITÓRIA, LIBERDADE' do PS - Lisboa 1974 - MUITO RARO




Portugal & PREC - Uma edição histórica do PS português no perído da revolução de 25 de Abril de 1974


Disco vinil single 'VITÓRIA, VITÓRIA, LIBERDADE' do PS (Lisboa 1974).
Edição Ps (Partido Socialista)
Em bom estado de conservação.


De muito, muito difícil localização.
MUITO, MUITO RARO.


Disco vinil single 'VITÓRIA, VITÓRIA, LIBERDADE'- (Lisboa 1974)
Lado A:
- INTERNACIONAL
Tradução de Manuel Alegre;
- HINO NACIONAL
Música de A. Keil
Letra de Henrique Lopes de Mendonça

Lado B:
- VITÓRIA - LIBERDADE
Música de Pedro João
Letra de José Faria
- MÃO FLOR
Música do Fado 'José António'
Letra de Jorge Guimarães
Canta Beatriz Ferreira
Aconpanham: Frenando Freitas, Vital Pinto, Martinho de Assunção, José Maria da Nóbrega;


Preço: 120,00€;

Angola - Literatura & Guerra Colonial - 'COISAS DE ÁFRICA - Arquive-se' - 1.ª edição, de Abílio Teixeira Mendes - Lisboa 1987 - Raro



Angola - Literatura & Guerra Colonial - O conflito militar relatado com humor e sarcasmo por quem o viveu, com qualidade literária


'COISAS DE ÁFRICA - Arquive-se' - 1.ª edição
De Abílio Teixeira Mendes
Edição Ulmeiro
Lisboa 1987


Livro com 100 páginas, em muito bom estado de conservação. Como novo. Excelente.
De difícil localização.
Raro.


O autor, médico e escritor, prematuramente falecido em 1998 aos 49 anos, relata-nos a sua passagem pelo conflito militar que decorreu em Angola, entre 1961 e 1974, com o seu reconhecido e apreciado humor e sarcasmo, com qualidade literária que dá gosto em ler e reler.


Do ÍNDICE:
- Dedicatória;
- Glossário dos termos menos usuais por ordem de entrada em cena;

- O LEITÃO;
- DEUS É GORDO MAS NÃO COMPRE FATOS NA SARATOGA;
- DA AVENTURA MILAGROSA QUE ACONTECEU, NAS ÁFRICAS, AO DR. VENÂNCIO;
- TECNOLOGIA;
- DALAIDA;
- ASSIM NUNCA MAIS APRENDE, SENHOR SOUZA !;
- OS FIÉIS BAILUNDOS;



Preço: 22,50€;

Ultramar & Poesia - 'ANGOLA -QUOTIDIANO - I', de João de Azevedo e Silva - Luanda 1975 - Muito Raro



Ultramar & Poesia - Poemas do autor no final do período colonial


'ANGOLA -QUOTIDIANO - I'
De João de Azevedo e Silva
Edição de autor
Luanda 1975


Livro com 98 páginas e em muito bom estado de conservação.
De muito difícil localização.
Muito raro.


Preço: 20,00€;

África & Descolonização - 'MONGANGA PAUL', de Loris Carlson - Lisboa 1971 - RARO



África & Descolonização - A rebelião no Congo-Kinshasa nos anos seguintes à independência da Bélgica


'MONGANGA PAUL
Vida do médico Paul Carlson vítima da rebelião congolesa escrita por sua mulher'

De Loris Carlson
Edição Além Mar
Lisboa 1971


Livro com 216 páginas e em muito bom estado de conservação.
De difícil localização.
Raro.


Da contra-capa:
"Um companheiro de prisão disse de Paul Carlson: 'Aquele sim, era um homem !'.
Esta biografia escrita por sua mulher é realmente digna dele. Paul era um competentíssimo cirurgião e um zeloso missionário, porém não há neste livro qualquer exibicionismo ou especulação. A sr.ª Carlson não se esquece de que seu marido não sofreu mais do que tantos africanos e que ela própria sofreu, talvez, menos que muitas mulheres africanas. Esta é a limpída história de um homem que morreu fazendo aquilo que compreendeu ser-lhe exigido. - Elisabeth Elliot

Lois Carlson, viúva do dr. Paul Carlson.
Vive hoje na Califórnia com os seus dois filhos.
"



Do ÍNDICE:
- Prefácio;
- Um apelo de Tandala;
- Formação de um carácter;
- 'Operação Médicos';
- 'Assim eu vos envio';
- Chegada a África;
- O recanto perdido;
- A Wasolo nunca vai ninguém;
- Dias de medo - e um casamento;
- Separados pelo rio;
- Novembro;
- Regresso ao Ubangui;
- Epílogo;



Preço: 0,00€; (Indisponível)